Sound of silver
Muita informação cansa. Já disse mais de uma vez: às vezes tenho saudades do tempo em que as novidades musicais chegavam por aqui de uma forma muito mais lenta. Talvez seja por isso que até hoje eu ame tanto bandas como Stone Roses e Pixies, bandas que descobri meio que sozinho, do mesmo jeito que centenas de outros indies brasileiros isolados pelo país. Hoje existe a internet, o MP3, os blogs e, bem não preciso explicar isso para ninguém.
Muita informação cansa porque todo dia tem uma nova banda que preciso que escutar e já não tenho mais tanto tempo assim para ouvir tanta coisa. Mas, sempre que posso, dou um jeito de conferir os hypes que aparecem aqui e acolá.
De todos os grandes hypes que surgiram, o LCD Soundsytem é a banda que realmente acredito que merece todos os elogios. Ok, ok, tem o Arcade Fire, mas ainda não entendi a bajulação em torno do novo disco. Já o novo do LCD Soudsystem é muito, mas muito melhor que o primeiro. Com Sound of Silver, James Murphy praticamente pisoteia todas as bandas que abusam da equação rock+eletrônico+pop+punk e mostra que, meu filho, às vezes você precisa de bagagem cultural, entende? Afinal, ele não é nenhum adolescente, ele é um cara que sabe das coisas. E ainda escreve letras sensacionais para você cantar junto enquanto dança. E experimenta sem parecer que está experimentando.
Além do mais, All My Friends, com seu pianinho a la Philip Glass que, aos poucos, se transforma em um pop dos demônios é , até agora, a música do ano.
Muita informação cansa porque todo dia tem uma nova banda que preciso que escutar e já não tenho mais tanto tempo assim para ouvir tanta coisa. Mas, sempre que posso, dou um jeito de conferir os hypes que aparecem aqui e acolá.
De todos os grandes hypes que surgiram, o LCD Soundsytem é a banda que realmente acredito que merece todos os elogios. Ok, ok, tem o Arcade Fire, mas ainda não entendi a bajulação em torno do novo disco. Já o novo do LCD Soudsystem é muito, mas muito melhor que o primeiro. Com Sound of Silver, James Murphy praticamente pisoteia todas as bandas que abusam da equação rock+eletrônico+pop+punk e mostra que, meu filho, às vezes você precisa de bagagem cultural, entende? Afinal, ele não é nenhum adolescente, ele é um cara que sabe das coisas. E ainda escreve letras sensacionais para você cantar junto enquanto dança. E experimenta sem parecer que está experimentando.
Além do mais, All My Friends, com seu pianinho a la Philip Glass que, aos poucos, se transforma em um pop dos demônios é , até agora, a música do ano.
