Rock and roll friends
Aconteceu hoje.
Um desses momentos de magia.
De epifania.
De redenção.
Estava em pé, esperando o metrô chegar, ainda com um pouco de sono, preocupado porque estava uns 15 minutos atrasado. E decidi escutar uma das duas novas músicas dos Superphones, um gentil presente do talentoso Sérgio Guidoux Kalil. Só que o metrô não chegava. E quando chegou, estava lotado. Por isso, fiquei ali imobilizado. Mas, de repente, descobri que não conseguia me mover somente porque a droga do trem estava cheio como uma lata de sardinha. Eu estava parado porque a melodia de Killing Yourself fez com que eu saísse de meu próprio corpo. E eu me senti arremessado a quilômetros de distância. Eu tive um daqueles apertos na alma e comecei a pensar nos meus amigos: o Mini, o Júnior, o Sapo, o Will, a Debbie, a Marcinha, o Fabris, o Marcelo, a Cris, o Flávio, o Ticiano, o Giba, todas essas pessoas que sei que vou amar independente do que acontecer nessa vida. Pessoas com quem posso sentar e conversar horas e horas mesmo depois de anos sem se ver. Pessoas cuja presença é como uma canção do Superphones. Reconfortante. Linda. Emocionante. Especial. Próxima.
Assim que ouvi pela primeira vez Killing Yourself disse ao Sérgio que o solo de guitarra final é um daqueles momentos que me fazem lembrar porque amo tanto o rock. Na verdade, eu amo o rock porque ele é a única coisa que não posso tocar que faz com que eu me sinta vivo. E, acima de tudo, amo o rock porque ele me faz lembrar quem sou.
E, bem, eu sou as pessoas que amo.
Um desses momentos de magia.
De epifania.
De redenção.
Estava em pé, esperando o metrô chegar, ainda com um pouco de sono, preocupado porque estava uns 15 minutos atrasado. E decidi escutar uma das duas novas músicas dos Superphones, um gentil presente do talentoso Sérgio Guidoux Kalil. Só que o metrô não chegava. E quando chegou, estava lotado. Por isso, fiquei ali imobilizado. Mas, de repente, descobri que não conseguia me mover somente porque a droga do trem estava cheio como uma lata de sardinha. Eu estava parado porque a melodia de Killing Yourself fez com que eu saísse de meu próprio corpo. E eu me senti arremessado a quilômetros de distância. Eu tive um daqueles apertos na alma e comecei a pensar nos meus amigos: o Mini, o Júnior, o Sapo, o Will, a Debbie, a Marcinha, o Fabris, o Marcelo, a Cris, o Flávio, o Ticiano, o Giba, todas essas pessoas que sei que vou amar independente do que acontecer nessa vida. Pessoas com quem posso sentar e conversar horas e horas mesmo depois de anos sem se ver. Pessoas cuja presença é como uma canção do Superphones. Reconfortante. Linda. Emocionante. Especial. Próxima.
Assim que ouvi pela primeira vez Killing Yourself disse ao Sérgio que o solo de guitarra final é um daqueles momentos que me fazem lembrar porque amo tanto o rock. Na verdade, eu amo o rock porque ele é a única coisa que não posso tocar que faz com que eu me sinta vivo. E, acima de tudo, amo o rock porque ele me faz lembrar quem sou.
E, bem, eu sou as pessoas que amo.
Labels: Popsongs
