Thursday, May 15, 2008

Vacaciones

Bom, vou ver umas lhamas e já volto.

Wednesday, May 14, 2008

I love my Leica

Nunca fui fiel a uma marca. Muito menos apaixonado. Não tenho uma marca de tênis ou roupa preferida. Gosto de Converse, mas isso não signifique que eu a ame. Sou usuário de Apple em casa, mas não fiz um escândalo quando me deram um notebook HP no trabalho. Se eu posso, evito tomar Pepsi. Mas uma vez ou outra eu abro uma exceção.

Só que agora descobri que sou apaixonado pela marca Leica. A paixão começou quando comprei a câmera compacta Minilux. Mas depois que comecei a fotografar com a minha M3 de 1958, com uma lente de 1960, o meu sentimento mudou. Agora é amor de verdade. Sinto calafrios cada vez que vejo o logo vermelho da Leica. Todos os dias entro em sites de venda de câmeras e fico babando. Fico sonhando com uma M8, que é digital mas que custa o preço de um carro. Ou penso se devo trocar a minha M3 por uma M7, que são de filme 35mm.

Há um mês decidi comprar uma compacta digital boa, aproveitei uma barbada e adquiri a famosa (entre fotógrafos) Ricoh GX100. Ela é boa. Muito boa. Excelente. Mas não é uma Leica. Ou seja, vou vender o bichinho. Porque eu quero a melhor compacta Leica, que custa o mesmo preço que a Ricoh e, até onde sei, não é tão boa quanto. Mas não importa. Porque eu amo mesmo é a Leica e não a Ricoh.

Sei que é uma grande bobagem o que estou dizendo. Mas cada vez que vejo uma foto que faço com a minha M3, e noto o quanto essa câmera me faz pensar mais, sem falar na nitidez absurda de sua lente, tenho vontade de chorar.

Duvida?

Dá uma olhada aqui. Talvez eu esteja exagerando. Mas, sério, gosto muito do que vejo.

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Sunday, May 11, 2008

Grandes nomes da canção americana



Hoje: Lucinda Williams. Ou o tudo o que Ryan Adams queria ser. Só que em uma versão feminina. Essa Metal Firecracker é a minha predileta da obra-prima da tiazinha punk do country rock. Se você nunca ouviu Car Wheels in a Gravel Road não sabe o que está perdendo. Um discaço que dá vontade de se mudar para Nashville e dançar com garotas de vestidos e botas de couro.

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Honey, eu já ouvia Cat Power antes de você nascer...

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Thursday, May 08, 2008

Scarlett waits

Surpresa: o disco da Scarlett Johansson é muito bom. Tipo assim shoegazer revisitado. O único defeito é que é tão cool e moderno que chega a irritar.

Duas canções são simplesmente sensacionais. A faixa-título Anywhere I Lay My Head e Fannin Street.

Sou até capaz de dizer que prefiro a menina cantando. Esse papo de ser musa do Woody Allen me enche um pouco...

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Saturday, May 03, 2008

They call me...



Estava eu agora, cansado, jogado no sofá, quando vejo um clip da tal The Ting Tings. Confesso que nunca tive curiosidade de ouvir a banda, mas gostei do que vi. E decidi, por recomendação da patroa, ver essa apresentação ao vivo do duo.

PELO AMOR DE DEUS!

PUTA QUE O PARIU!

O QUE É ISSO?

Coisas assim vieram a minha cabeça depois que vi o estrago que eles conseguem fazer.

O que mais me surpreende é a progressão melódica da música. Beat tribal, vocal quase r&b, refrão rock and roll e, bum, de repente entra uma bela melodia que arma a cama para um final literalmente de arrepiar. Eu me arrepiei pelo menos.

Se vejo isso ao vivo, juro que tenho um treco.

Fora que a loirinha é sexy pacas.

Eu, que estava de mal com o rock, voltei a acreditar no pobre coitado.

Fresco, fresh, como diriam os argentinos.

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